O sujeito do inconsciente é o sujeito barrado da linguagem,constituindo-se como falta-a-ser, considerada por Lacan como o cerne da experiência analítica.
Em consequência, o sujeito do inconsciente será caracterizado por aquele que “nem sequer sabe que ele fala”[11], pois a função de causa que o sustenta torna “difícil designá-lo em qualquer lugar como sujeito de um enunciado […] ... Trata-se, ao mesmo tempo, de um sujeito articulado ao significante e à pulsão.
O sujeito, para a psicanálise, é aquele que se constitui na relação com o Outro através da linguagem. É em referência a essa ordem simbólica que se pode falar em sujeito e subjetividade a partir de Freud, e, em especial, após a produção teórica de Lacan.
É a possibilidade de o sujeito equivaler ao objeto do desejo materno, em plena aderência ao falo imaginário (ϕ), que revela ao sujeito que ele pode perder-se aí.
O inconsciente, segundo a Teoria Psicanalítica da Personalidade, desenvolvida pelo médico e psiquiatra alemão Sigmund Freud no final do século 19, é um “reservatório” de sentimentos, pensamentos, impulsos e memórias que estão fora da percepção consciente.
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O INCONSCIENTE FREUDIANO
Freud localiza o inconsciente não como um lugar anatômico, mas um lugar psíquico, com conteúdos, mecanismos e uma energia específica. O inconsciente faz parte da Primeira Tópica do Aparelho Psíquico construída por Freud a partir da Traumdeutung (Interpretação dos Sonhos) publicada em 1900.
Desde o início de suas investigações sobre as neuroses, Freud se deparou com fenômenos que podiam ser tomados como evidências empíricas da existência de processos mentais inconscientes: a sugestão pós-hipnótica, os sintomas neuróticos, os sonhos, os atos falhos, e tantos outros.
Em sociologia, pessoa é o indivíduo provido de status social, ao passo que indivíduo e sujeito adquiriram conotação despersonalizante, pejorativa.
“O significante produzindo-se no campo do Outro faz surgir o sujeito de sua significação. Mas ele só funciona como significante reduzindo o sujeito em instância a não ser mais do que um significante, petrificando-o pelo mesmo movimento com que o chama a funcionar, a falar, como sujeito.” (Seminário 11, p. 197).
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